QUAIS SERÃO AS PRÓXIMAS MUDANÇAS DO PIX

POR QUE O PIX VAI MUDAR A PARTIR DE NOVEMBRO DE 2021?

O PIX chegou facilitando transações financeiras para milhares de brasileiros, no entanto, ele também acabou facilitando crimes e fraudes de forma extraordinária. O sequestro foi o crime mais recorrente devido ao PIX, foram registrados inúmeros boletins de ocorrência sobre a ação dos bandidos, sendo a maioria desses sequestros no período noturno. Apenas para dar uma noção de números, de acordo com o diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, a cada 100 mil transferências com o PIX, uma tem indício de fraude. Pense nesse número sendo proporcional a população de brasileiros que fazem uso do PIX. Pois é.

O impacto dos crimes e fraudes em relação ao PIX foi tamanho que as instituições financeiras se juntaram para reivindicar mudanças que aumentassem a segurança dos usuários que fazem uso desse sistema de pagamento. Essa pressão por parte das instituições financeiras funcionou, portanto a partir de novembro do ano de 2021, o PIX funcionará sob os seguintes termos:

– Limitação de transferências até R$1 mil se forem feitas entre 20h e 6h do dia seguinte (de dia, o valor máximo das operações via Pix terá o limite do cliente para as TEDs como referência);

– Prazo mínimo de 24h e máximo de 48h para que seja efetivado o pedido do usuário para aumento de limites de transações;

– Prazo mínimo de 24h para que a inscrição prévia de contas por canal digital produza efeitos, impedindo o cadastramento imediato em situação de risco.

– Para ampliar o combate às fraudes, passará a ser obrigatório que as instituições financeiras participantes do Pix marquem no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) informações de contas com indícios de utilização em fraudes no Pix e em outras transações de pagamento e serviços bancários.

– Os usuários poderão determinar que as instituições financeiras ofereçam funcionalidades que permitam aos usuários cadastrar previamente contas que poderão receber transferências via PIX acima dos limites estabelecidos, permitindo manter seus limites baixos para as demais transações.

– Os bancos também poderão reter uma transação no PIX por 30 minutos durante o dia ou por 60 minutos durante a noite para a análise de risco da operação, informando ao usuário quanto à retenção.

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PLANO DE CONTAS E A SAÚDE FINANCEIRA DA EMPRESA

Como está a saúde financeira da sua empresa?

Você sabe exatamente o que está acontecendo? Tem controle sobre tudo?

Consegue visualizar o que o futuro lhe guarda?

Se a resposta para alguma dessas perguntas foi “não”, então talvez você precise desenvolver um Plano de Contas para sua empresa.

O QUE É PLANO DE CONTAS?

Na contabilidade, o plano de contas é uma relação de códigos e classificações usada para o registro das entradas e saídas financeiras de uma empresa. Este Plano tem o objetivo de nortear os trabalhos contábeis de registro das operações, ou seja, é uma importante ferramenta na elaboração do orçamento empresarial, sendo possível visualizar metas e acompanhá-las mensalmente de forma a verificar o que foi de fato realizado. É essencial para o total controle empresarial.

PARA QUE SERVE O PLANO DE CONTAS?

É uma ferramenta de padronização de todo o sistema financeiro da empresa, otimizando os relatórios e demonstrativos, que serão mais completos, práticos e eficientes, conseguindo transmitir de forma clara os números que envolvem o negócio. Essa organização, também, facilita a emissão correta dos saldos contábeis, que devem ser enviados para a Receita Federal, por empresas que aderirem à Escrituração Contábil Fiscal, utilizando o plano de contas referencial.

 Além de tudo isso, um Plano de Contas bem estruturado serve para:

– Otimização dos relatórios financeiros;

– Análise precisa da situação econômica patrimonial;

– Elaboração detalhada do orçamento mensal da empresa;

– Padronização dos registros, fazendo com que a interpretação dos documentos sejam claras;

– Fornecimento exato dos dados para uma administração eficiente.

COMO FAZER UM PLANO DE CONTAS?

A estruturação do Plano de Contas deve se seguir com base nas normas estipuladas pela lei das Sociedades Anônimas (S.A.) e as Normas Brasileiras de Contabilidade. De acordo com estas organizações, o plano de contas contábeis e referenciais, precisam ser divididos em cinco grandes grupos, sendo eles:

1. RECEITAS: registro de todos os valores que entram na empresa através da venda do produto ou do serviço, ou através de investimentos realizados.

2. CUSTOS: registro de todos os gastos efetuados com produtos, ferramentas, serviços prestados ou qualquer outro custo com relação à produção (incluindo matéria prima, mão de obra, ferramentas e locomoção para realizar serviços fora da empresa).

3. DESPESAS: registro de todos os gastos fixos que não tenham relação com a produção ou com o serviço oferecido.

4. PASSIVO: registro de patrimônio líquido (capital social), circulante (financiamentos ou capital com data inferior a 365 dias, após a data do balanço feito) e não-circulante (financiamentos ou capital com data superior a 365 dias, a partir da data do balanço.).

5. ATIVO: registro de todos os bens e direitos da empresa, isto é, a parte positiva do patrimônio, como aplicações, movimentações de contas bancárias, e tudo o que não for palpável. Estes serão categorizados em circulantes (realizável a curto prazo, ou seja, inferior a 365 dias, após a data do balanço feito) e não-circulantes (realizável a longo prazo, isto é, superior a 365 dias, a partir da data do balanço).

EXISTE MAIS DE UM TIPO DE PLANO DE CONTAS?

Sim! Existem classificações que separam os diferentes tipos de plano, as quais devem ser usadas de acordo com a necessidade do gestor. São elas:

– PLANO DE CONTAS CONTÁBIL: é deste plano que saem os relatórios obrigatórios como o Balanço Patrimonial, e, também, este é o único plano que deve seguir as Normas Brasileiras de Contabilidade, referente à estruturação.

– PLANO DE CONTAS REFERENCIAL: segue uma padronização estipulada pela Receita Federal para empresas que aderirem à Escrituração Contábil Fiscal informem de forma exata os seus saldos contábeis.

– PLANO DE CONTAS GERENCIAL: diferente dos outros dois que seguem uma padronização, este é mais livre pois serve apenas para controle do gestor. Entretanto, é aconselhável que se faça pelo menos o uso das divisões e subdivisões, que possuem a função primordial de organizar e detalhar o plano, para que nenhuma informação seja perdida.

CONCLUSÃO

Viu só qual a importância do Plano de Contas para qualquer empresa?

Em especial na hora de realizar uma gestão mais inteligente e prática? 

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AS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO EMITIR NOTA FISCAL

É por meio das notas emitidas que o Governo fiscaliza as transações e tributa os impostos, então é bom que você sempre emita nota fiscal dos seus serviços e vendas para evitar dores de cabeça. Caso contrário, você basicamente estará sonegando impostos, o que é um crime que prevê prisão de 2 a 5 anos. Além de ter que responder judicialmente e pagar multas, deixar de emitir notas fiscais pode comprometer a imagem da empresa e resultar em inúmeros prejuízos.

Muitas empresas se arriscam ao trabalhar sem emitir esse documento corretamente, fazem isso com o intuito de cortar gastos, mas veja bem: é um barato que pode sair muito caro! Aconselhamos fortemente que você jamais faça isso e vamos explicar ao longo desse post com mais detalhes o que pode acontecer se você fizer.

Razões pelas quais você deveria emitir notas fiscais:

A emissão de notas fiscais tem vários pontos positivos, primeiramente, você poderá ficar com a consciência tranquila de que está agindo de acordo com a lei, já que o ato de não emitir notas fiscais pode se configurar como crime de sonegação de impostos. 

Outro ponto positivo é a economia que você vai ter com multas, pois acredite, sai mais barato emitir e pagar os impostos fiscais do que pagar as multas por não pagá-los, visto que essas multas podem chegar a 75% do valor da nota omitida, ou 20% do valor declarado de forma incorreta. 

É importante, também, fazer a seguinte reflexão: você gosta de garantias, não é? Ao comprar um produto ou contratar um serviço, todos nós nos sentimos mais seguros caso tenhamos alguma garantia sobre aquilo que estamos adquirindo, essa garantia normalmente se dá por meio da nota fiscal. Faça para os outros aquilo que você gostaria que fizessem para você. Essa consideração com o consumidor final ainda irá manter uma imagem positiva da empresa.

E um dos pontos de maior destaque é: você poderá expandir seu negócio com muito mais facilidade! Uma empresa que emite notas fiscais, mantém a boa imagem com o público e está de acordo com a lei nos bastidores, tem mais facilidade na hora de conseguir empréstimos bancários para investir no negócio.

O que poderá acontecer caso você não emitir notas fiscais:

Ao não emitir notas fiscais você estará, basicamente, escondendo do Governo Federal suas operações financeiras, o que impedirá a cobrança de impostos por algo que deveria ser cobrado, ou seja, você estará sonegando impostos, que é um crime que prevê prisão de dois a cinco anos, além de multa. Você não quer arriscar ser preso e ainda assim pagar o que já deveria ter sido pago legalmente, não é?

Além disso, a não emissão de notas fiscais pode prejudicar radicalmente a imagem da empresa, visto que esta não oferece garantia nenhuma de seus produtos/serviços para seus consumidores e fornecedores.

Percebeu a importância de emitir notas fiscais?

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O QUE É PRECISO PARA ABRIR UMA EMPRESA

Isso já está muito claro na sua cabeça: você quer iniciar um negócio.

Abrir uma empresa é a concretização de tudo o que você sempre almejou profissionalmente.

É seu sonho sendo realizado, não é?

Saber o que você quer não é fácil, muita gente passa a vida toda sem ter certeza do que quer fazer ou ser.

Mas, felizmente, esse não é o seu caso.

Pois bem, você conseguiu chegar a essa conclusão tão difícil, mas saiba que é preciso organizar certas informações essenciais para alcançar seu objetivo, e nós vamos te falar cada uma delas a seguir.

VOCÊ TEM O PERFIL EMPREENDEDOR?

O bom empresário possui uma diversidade de competências que o configuram com o chamado “perfil empreendedor”: é uma pessoa atenta a tudo, que gosta de propor metas ousadas e não tem medo de correr riscos; que sabe que todo caminho tem seus altos e baixos e está preparada para o sucesso, mas também, para o fracasso; sabe e gosta de traçar estratégias, gosta de gerenciar e de liderar.

Você se encaixa nessas características?

Se não, calma! Você não precisa se encaixar em todas, para isso irão existir os sócios e colaboradores.

Sua missão será montar uma equipe de sócios e colaboradores que, junto a você, irão suprir todas as necessidades administrativas do negócio.

VOCÊ JÁ ANALISOU O MERCADO?

Saber qual é o produto que você vai oferecer ao mercado, o mercado em que sua empresa irá atuar, quem será o público-alvo, quem são os principais concorrentes, fornecedores e consumidores são informações que você precisa ter na ponta da língua para fazer um planejamento e ver se, de fato, a empresa poderá oferecer o resultado esperado.

Montar um bom plano de negócios com um estudo de mercado detalhado, planejamento financeiro, fluxo de caixa, previsão de vendas, etc é essencial para abrir uma empresa com o mínimo de risco possível

QUAIS SÃO AS SUAS METAS?

Definir metas é de extrema importância para que qualquer empresa prospere, essa é uma etapa complementar ao plano de negócios.

Coloque no papel todas as suas metas e deixe essa lista com fácil acesso para ser consultada sempre que precisar.

O básico é responder: o que você quer e onde você quer chegar?

E QUANTO A PARTE FINANCEIRA?

Toda empresa tem alguns custos iniciais para sua abertura, principalmente no que diz respeito às taxas da Junta Comercial e emissão de alvarás, além, claro, dos custos com infraestrutura e equipe.

Também é preciso ter em mãos uma reserva mínima de capital, já que mesmo com muito planejamento, as coisas podem não sair exatamente como planejado, então é preciso ter essa reserva para lidar com imprevistos.

ANTES DE ABRIR O CNPJ:

Antes de você sequer abrir o CNPJ é preciso que você saiba as respostas para as seguintes questões:

– Qual o segmento em que sua empresa vai atuar?

– Vai ter sócios? Quantos? Quem? (escolha criteriosamente)

– Qual regime tributário sua empresa irá seguir?

– Já tem um modelo de negócios para direcionar os primeiros trabalhos da empresa?

– Você já estudou o mercado e como anda a economia da região em que sua empresa vai atuar?

– A empresa vai ter ponto físico? Ou vai funcionar apenas de forma remota?

– Quem é seu público-alvo?

Esse é o mínimo! Se não sentir segurança para iniciar esse processo sozinho, busque ajuda de profissionais.

Nós da DMF podemos lhe auxiliar.

DICAS PARA QUEM ESTÁ INICIANDO AGORA NO MUNDO DO EMPREENDEDORISMO:

– Tente ao máximo aprender com os erros dos outros para que você não os cometa;

– Conheça o seu cliente tão bem quanto você conhece o seu produto/serviço;

– Não hesite em obter ajuda especializada para evitar riscos. Contadores e advogados são profissionais essenciais em qualquer negócio;

– Sempre esteja atento ao que está acontecendo no mercado;

– Estude seus concorrentes e a partir daí defina quais serão seus diferenciais;

– Faça a conta de quantas vendas serão necessárias para cobrir seus custos fixos, isso irá lhe ajudar a precificar seus produtos/serviços;

– Leve em consideração todos os recursos iniciais e os custos que sua empresa precisará para operar e, dessa forma, evite surpresas.
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PARA QUE SERVE A NOTA FISCAL?

O QUE É NOTA FISCAL?

Basicamente, é um documento oficial que registra as vendas da sua empresa.

Sempre que você recebe o pagamento de um cliente, é preciso que emita a nota fiscal para ele.

Além de registrar as vendas, este documento é usado para fazer a contabilidade da empresa e cálculo dos impostos.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE NOTAS FISCAIS?

Existem 3 (três) tipos, sendo eles:

– NFS-e (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica): usada por empresas prestadoras de serviço;

– NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica): utilizada pelo varejo porque substitui o cupom fiscal eletrônico;

– NF-e (Nota Fiscal de Produto Eletrônica): utilizada por empresas que vendem produtos físicos.

TODAS AS EMPRESAS PRECISAM EMITIR NOTA FISCAL?

O único tipo de empresa que não precisa, obrigatoriamente, emitir nota fiscal é o MEI (Microempreendedor Individual). 

De resto, SIM! Todas precisam emitir nota fiscal, seja para produto ou serviço.

EXISTE PRAZO PARA EMITIR NOTA FISCAL?

De acordo com a legislação atual, não existe prazo para emitir nota fiscal.

Porém, há algumas boas práticas e orientações que devem ser seguidas, como gerar o documento antes de iniciar a circulação de mercadoria.

O QUE ACONTECE SE EU NÃO EMITIR A NOTA FISCAL?

A empresa que deixa de fazer a emissão da NF, pode enfrentar sérios prejuízos, inclusive problemas legais, pois, a situação pode ser enquadrada em crime de sonegação fiscal conforme a lei 4.729/1965:

“I – prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei;

II – inserir elementos inexatos ou omitir, rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos ou livros exigidos pelas leis fiscais, com a intenção de exonerar-se do pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública”.

Ou seja, você pode receber uma multa (que pode variar entre 10% a 100% sobre o valor de cada nota fiscal autuada), ou alguma forma de detenção.

NOTA FISCAL TEM DATA DE VALIDADE?

Sim, tem.

No entanto, isso é variável de estado para estado, também dependendo do tipo de atividade exercida pela empresa.

Para ter certeza sobre o prazo de validade de determinada nota fiscal, aconselhamos que você entre em contato com os órgãos responsáveis por essa fiscalização.

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AFINAL, O QUE É CAPITAL DE GIRO?

Capital de Giro é o valor necessário para que a empresa se mantenha funcionando, certo?

Esse valor engloba o valor em caixa, depósitos em contas bancárias, contas a receber, etc. Sendo assim, ele determina quanto de reserva financeira se tem disponível para que a organização cumpra seus deveres e faça novos investimentos, mesmo diante de contratempos como inadimplência de clientes ou mesmo uma diminuição nas vendas. Ele é o sangue que circula nas veias da empresa, metaforicamente falando.

E COMO CALCULAR O CAPITAL DE GIRO?

Digamos que você tenha aberto uma empresa de cookies gourmet. Para que você sequer abra as portas da loja, é preciso ter em estoque: farinha, chocolate, fermento, óleo… Todos os ingredientes necessários para fazer os cookies, além, claro, de água, suco, refrigerante, embalagem para os cookies, etc. Esse investimento nos ingredientes em estoque é um dinheiro parado que precisa ser financiado por uma fonte. Normalmente, quem financia esses recursos, nesses casos, são os próprios fornecedores.

Ok, um belo dia você recebeu uma encomenda grande para um aniversário, o cliente pagou parcelado no cartão de crédito. Você sabe que só vai ver a cor desse dinheiro pelo menos daqui 30 dias, não é? Esse dinheiro pendente que está contabilizado na conta de Contas a Receber também é um dinheiro parado e que precisa de financiamento.

Então perceba que os itens que estão no Balanço Patrimonial e nas contas do Ativo Circulante, tais como Estoques e Contas a Receber, são investimentos necessários para que a empresa opere, ou seja, o Capital de Giro. A conta de Fornecedores a Pagar no Balanço Patrimonial está no grupo de Passivo Circulante. Existem outras que contribuem nesse financiamento como as Contas a Pagar, Funcionários e Impostos a Recolher.

Você pode calculá-lo utilizando a seguinte fórmula: Capital de Giro = Ativo Circulante ➖ Passivo Circulante.

Onde “Ativo Circulante” são, de forma simplificada: caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber, etc, 

e “Passivo Circulante” são fornecedores, contas a pagar, empréstimos, etc.

O controle do capital de giro é essencial para o bem estar da empresa e deve ser avaliado todos os dias, pois precisa ser observado no momento atual em que se encontra o negócio. Apesar de parecer simples esse cálculo pode ser extenso e é muito importante que seja feito corretamente, nessa hora é bom contar com a ajuda de profissionais qualificados. Conte com a DMF!

Vale a pena fazer a gestão de vale-transporte da sua empresa?

Já pensou em fazer a gestão do vale-transporte da sua empresa?

Na DMF você conta com uma equipe de especialistas para gerir o vale-transporte do seu negócio!💪

Garantido por lei, o trabalhador que recebe o benefício tem 6% descontados da sua folha de pagamento. O restante é custeado pela empresa.

Para que ninguém tenha prejuízos nessa gestão, é fundamental contar com a ajuda da DMF.

A gestão do vale-transporte equilibra gastos, evita fraudes e segue o que a legislação determina sobre a concessão do benefício. Outro benefício é a redução da burocracia, principalmente em cidades em que os ônibus são administrados por várias empresas.

Além disso, a terceirização dessa gestão garante ao departamento pessoal mais agilidade na execução de outras funções.

Quer gerir o vale-transporte da sua empresa com uma equipe que possui experiência no assunto? Chama a DMF!

4 motivos para fazer o planejamento orçamentário para 2021

Como vai o seu planejamento orçamentário para 2021?

Calma, o ano não acabou e ainda dá tempo de fazer um bom planejamento para a sua empresa, confere essas quatro dicas!

  • Gestão adequada do orçamento: Ao realizar você tem a garantia de ter um direcionamento aonde a empresa quer chegar e uma visão mais clara dos números.
  • Informações corretas para analisar os resultados obtidos: Com dados concisos você terá uma perspectiva mais clara das despesas, receitas e investimentos.
  • Possibilita o entendimento da situação econômica do negócio: Com o planejamento é possível fazer previsões para ajudar no processo de tomada de decisão dos negócios.
  • Diretriz para adotar os passos corretos financeiramente: Através de indicadores e procedimentos é possível executar ações conforme a evolução do negócio e reverter falhas.

E quais as melhores práticas para orçamento empresarial e previsão financeira?

Se você trabalha para uma empresa que está batalhando para controlar seus processos de orçamento e previsão, deve seguir essas práticas recomendadas.

Padronizar dados e processos

O erro manual é talvez o maior culpado do orçamento ineficiente. Usar modelos padrão e um método único e consolidado de coleta de dados reduzirá muito esses erros e ajudará a otimizar todo o processo de coleta de dados. Além disso considere automatizar a integração de dados.

Avaliar continuamente o desempenho anterior

Para um planejamento preciso, a capacidade de comparar facilmente os orçamentos com o desempenho real é crítica. Invista em uma plataforma que permite obter dados de outros sistemas em sua organização e usar essas informações para cálculos precisos e uma melhor análise preditiva para o futuro. Usar dados de desempenho anteriores permite que os usuários criem modelos financeiros e operacionais que podem realizar cenários hipotéticos para prever os resultados das decisões de negócios.

Refinar a frequência e o nível de detalhe

Organizações líderes revisam os resultados do orçamento regularmente, em vez de esperar um ano antes de pensar sobre isso novamente. Recomende-se um orçamento anual que estabeleça metas iniciais e, em seguida, revise e atualize as premissas orçamentárias regularmente por meio de previsões contínuas.

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Ainda não fez o planejamento tributário para 2021?

Quando se trata de suas economias e investimentos, o seu principal objetivo é preservar o seu patrimônio, gerar renda ou gerar crescimento?
Para que a sua empresa aproveite ao máximo as oportunidades de crescimento que estarão disponíveis em 2021 com a retomada econômica, ela precisará de um bom planejamento tributário!

O planejamento tributário tem o objetivo de pagar apenas os impostos necessários, ou seja, evitar que a falta de informação cobre um preço caro para a sua empresa.

Ao empregar estratégias eficazes de planejamento tributário, você pode ter mais dinheiro para economizar e investir ou mais dinheiro para gastar.
E o que é preciso para realizar um bom planejamento tributário para 2021?

Para realizar o planejamento do próximo ano é necessário uma análise completa dos fatores que interferem na saúde da empresa, além de realizar uma atuação preventiva e evitar que as obrigações não sejam cumpridas.

Além disso o planejamento tributário oferece informações completas e recentes que contribuirá muito na hora de analisar o ano que está acabando e planejar o seguinte.

E quais os erros que você não deve cometer no planejamento tributário?

  1. Escolher o regime tributário errado: O impacto dessa opção errada pode fazer toda a diferença nos recursos da empresa, afetando sua saúde financeira. Por isso é importante saber quais são os regimes e quais são as suas principais
    características.
  2. Não utilizar dados reais para projeções: A gestão precisa ser objetiva ao lidar com os números, já que qualquer conclusão afetará diretamente o futuro do negócio.
  3. Não monitorar os resultados: Após definir a estratégia que irá adotar para o planejamento a empresa precisa monitorar os resultados, já que as normas são atualizadas diariamente e, por isso, precisa de um acompanhamento periódico.

Se você é proprietário de uma empresa, um processo de planejamento tributário sistematizado pode lhe dar um impulso financeiro significativo.

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Sua empresa faz gestão de vale-transporte?

Cada vez mais as prefeituras e gestores de transporte tem modificado os sistemas de transporte tornando-os mais efetivos, ágeis com as linhas mais próximas dos pontos de residência.

Reduzir custos fixos é um dos principais objetivos das empresas, sendo o Vale-Transporte um benefício que tem participação considerável no custo de pessoal nas companhias.

Sua concessão na forma de vales ou créditos em cartão são obrigatórias, mas é possível hoje oferecer soluções para o gerenciamento de vale-transporte sem a necessidade de pagar o benefício em folha de pagamento.

Para isso as organizações devem ter também atenção ao cumprimento da legislação trabalhista para garantir um ambiente adequado aos funcionários e evitar possíveis ações judiciais.

E por que fazer uma gestão de vale-transporte?

A gestão vai além das recargas nos cartões conforme a quantidade de passagens pedidas pelos funcionários. Para que ela seja eficiente são avaliados diversos critérios que garantem resultados expressivos no gerenciamento.

Uma boa gestão do vale-transporte vai permitir também avaliar, por exemplo, se há uso indevido ou mesmo algum tipo de acúmulo de valores acontecendo ou outra situação que possa prejudicar a empresa.

Como é possível fazer a gestão?

Por meio da consultoria de vale-transporte, nós da DMF facilitamos o trabalho e avaliamos a melhor forma de reduzir expressivamente seus custos com pedido de vale-transporte, sem contar que é benéfica para os dois lados, tanto para a empresa quanto o funcionário que terá redução no desconto do vale-transporte. Vale ressaltar que é um ótimo passo na direção de maior compliance nas organizações.

A DMF é referência em soluções empresariais porque busca sempre se antecipar nas tendências do mercado e utilizar dados atualizados e concisos utilizando a tecnologia, sem renunciar às técnicas e estratégias que cada setor demanda. Tudo isso nos permite trabalhar com seriedade e oferecer o melhor serviço em soluções empresariais.

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